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FRATURA PERIPROTÉTICA DO QUADRIL [Caso 1] · Placa Trocantérica + Cerclagem

Aprimore sua técnica em fraturas periprotéticas com biomecânica e visão cirúrgica imersiva.

Dr. Savio Chami
Médico Ortopedista
Disponível em:: 
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Descrição

O tratamento das fraturas periprotéticas do quadril em próteses cimentadas estáveis exige planejamento individualizado, domínio da reabordagem em campo fibrótico e capacidade técnica para executar uma fixação híbrida segura sem revisão do implante.

Este treinamento apresenta o manejo completo de uma fratura periprotética do quadril com prótese cimentada estável utilizando acesso póstero-lateral associado à osteossíntese com placa trocantérica, aplicação de cabos perifemurais e parafusos corticais, com estratégias para ancoragem proximal, controle de torque em osso osteoporótico e liberação de carga total no pós-operatório imediato, demonstrado em detalhes sob perspectiva cirúrgica.

FOCO DO TREINAMENTO

  • Acesso póstero-lateral e referências anatômicas em reabordagem.
  • Planejamento cirúrgico em fraturas periprotéticas do quadril.
  • Avaliação da estabilidade protética e decisão de fixação sem revisão.
  • Exposição anatômica em campo fibrótico e identificação de planos.
  • Ancoragem proximal da placa via portais transtendinosos.
  • Técnica de passagem de cabos perifemurais com seleção do passador.
  • Controle de torque dos cabos em osso osteoporótico.
  • Fixação com parafuso cortical em orifício oval com desvio da prótese.
  • Estabilização do cálcar femoral com cabo proximal ao pequeno trocânter.
  • Controle fluoroscópico e avaliação do posicionamento do implante.
  • Fixação percutânea do parafuso distal com acesso minimamente ampliado.
  • Liberação de carga total e protocolo de reabilitação imediata.

CONTEÚDO DETALHADO

  • Planejamento Cirúrgico Estruturado: Definição da estratégia operatória baseada em imagens fluoroscópicas pré-operatórias, avaliação da estabilidade do componente cimentado e planejamento da sequência de fixação sem revisão protética.
  • Reabordagem pelo Acesso Póstero-lateral: Técnica de reidentificação dos planos anatômicos em campo fibrótico utilizando a espinha ilíaca póstero-superior como referência contínua, com membro posicionado em flexão de 45° para alinhamento diafisário seguro.
  • Exposição Anatômica em Campo Fibrótico: Estratégias para dissecção em anatomia alterada pela cirurgia prévia, com identificação do trato iliotibial, fáscia lata e fios remanescentes da sutura dos rotadores externos, preservando estruturas musculares e vasculares.
  • Ancoragem Proximal via Portais Transtendinosos: Confecção de portais nos tendões do glúteo médio e glúteo mínimo para posicionamento da extremidade proximal da placa trocantérica diretamente sobre o osso, evitando flutuação junto às partes moles.
  • Seleção e Passagem de Cabos Perifemurais: Critérios práticos para escolha do raio de curvatura do passador de cabos conforme o diâmetro da diáfise femoral, minimizando o trauma muscular e garantindo trajeto rasante ao osso para aperto eficiente.
  • Controle de Torque em Osso Osteoporótico: Abordagem tátil progressiva para aperto dos cabos em osso com baixa densidade mineral, prevenindo fratura cortical por sobrecarga e assegurando fixação firme com controle fluoroscópico contínuo.
  • Fixação com Parafuso em Orifício Oval: Utilização do parafuso cortical direcionável no orifício oval da placa para contornar o componente femoral cimentado com precisão, agregando estabilidade significativa à montagem final.
  • Estabilização do Cálcar Femoral: Posicionamento de cabo proximal ao pequeno trocânter para fixação do cálcar femoral, com estratégia alternativa pela região superior da placa quando o acesso direto ao nível pretendido é anatomicamente limitado.
  • Fixação Percutânea do Parafuso Distal: Colocação do parafuso distal com ampliação mínima do acesso, utilizando palpação digital como guia para o posicionamento preciso e redução do trauma cirúrgico adicional.
  • Avaliação Fluoroscópica e Resultado Final: Confirmação intraoperatória do posicionamento ideal do implante com três cabos superiores à fratura, parafuso trocantérico e ancoragem em gancho, validando estabilidade mecânica para liberação de carga total imediata.

MATERIAL INCLUÍDO

PDF Detalhado: O PDF apresenta a análise completa da fratura periprotética do quadril, critérios de classificação e decisão pela fixação sem revisão protética, sequência das etapas operatórias, princípios biomecânicos da fixação híbrida com placa trocantérica, cabos e parafusos, estratégias de reabordagem em campo fibrótico, controle de torque em osso osteoporótico e protocolo de reabilitação com carga total no pós-operatório imediato.